07/03/2014

Tudo o que querias saber sobre agachamentos

Finalmente temos o sol de novo e isto traz uma motivação extra. Uma pessoa começa logo a pensar naquele biquini e... o que é se impõe? Agachamentos! Ou não estivéssemos nós no BootyCampo.

Este é um exercício que devemos abraçar, tentar compreender e deixar o ódio de lado. Isto porque (segundo se diz com muito mais seriedade aqui):
- é bom para o corpo todo e não apenas para o booty e para as pernas;
- é um bom exercício funcional, ou seja, é útil nas actividades do dia-a-dia;
- são óptimos para trabalhar o equilíbrio;
- melhora a performance (adoro esta palavra) em geral;
- ajudam a tonificar todo o corpo, abs incluídos!

Agora se já sabes como se faz os agachamentos tradicionais e queres novidades, aqui estão várias opções:














27/02/2014

Quem seguir no instagram?

Eu, viciada no instagram, me confesso. Para além de seguir amigos e gente que tira fotografias giras, sigo também páginas e pessoas que perdem imenso tempo a partilhar conhecimento sobre exercício físico, alimentação saudável e motivação.

Confesso que fujo (tanto quanto possível) das páginas de #foodlovers porque não me apetece nada estar a passear no instagram e ficar a babar-me para o ecrã, mesmo que seja uma sobremesa nada calórica.

Aqui estão alguns instagrammers super dedicados à boa forma. Não sigo todas estas contas (mas partilho na mesma):
- @trainforfitspo
- @instafemmefitness
- @nikerunning
- @diana_santoss
- @j0a0m0tta
- @jenselter
- @fitnesscomedy
- @youngandaesthetic
- @fitnessgirlssquat

Se souberem de mais contas interessantes para seguir, please let me know.

Não podia ser outra imagem, se não a da senhora Booty

26/02/2014

O pequeno-almoço mais rápido (e melhor) do mundo

Há vários episódios da minha infância associados ao pequeno-almoço. São recordações que envolvem pão no terraço da vizinha de baixo ou idas ao café mais próximo à procura de bolas de berlim. Conclusão: a minha mãe sofreu para me "obrigar" a tomar a primeira refeição do dia. Entretanto já aprendi a contrariar esta tendência (e o blá-blá-blá desta ser a refeição mais importante do dia), por isso trago-vos uma sugestão de um pequeno-almoço mega rápido e saboroso (que também funciona perfeitamente como lanche antes do treino).

Aqui está um vídeo com a receita básica e a explicação (tem três minutos e, atenção meninas, um six pack):


Outra receita um nadinha mais complexa é esta que pertence à Diana Santos:
- 1 iogurte natural sem açúcar,
- 1 clara de ovo,
- 3 colheres de aveia,
- 3 colheres de farinha de arroz integral (ou outra),
Misturar na liquidificadora ou com varinha mágica, colocar na frigideira e aguardar um minuto. Colocar as rodelas de banana, esperar quatro minutos e virar. Aguardar mais um pouco e está pronto a servir!

Eu gosto de seguir a receita rápida do Salgueiro, mas junto uma banana no preparado e canela. Assim fica saboroso e evito o açúcar do mel.



E já que falei em mel... deixo uma banda-sonora para a preparação na cozinha dedicada à Lalu:



24/02/2014

A maçã quer-se descascada?

Não! A casca da maçã tem imensos benefícios, por isso, pousa a faca e não a descasques. Explicamos porquê:
- é a casca que contém a maior porção de fibra;
- grande parte das vitaminas A e C encontram-se na casca;
- a função pulmonar e a memória também ficam a ganhar.

E, espante-se, a casca da maçã tem um componente que ajuda a combater a obesidade. Todos os detalhes científicos aqui.

Por isso, da próxima vez que comeres uma maçã (ou que a puseres num batido verde), já sabes: não tires a casca.


22/02/2014

A vida é mais que um cheeseburguer

Correr uma maratona e, a seguir, passar nove horas num avião é capaz de não ser grande ideia. Mas.. quem faria isso? O Casey Neistat, claro. O resultado é que, agora, não pode correr, mas, ainda assim, ele não pára. Continua super activo e super interessante, claro.

Algumas das coisas que ele diz (sempre cheio de certezas) e que me  dão vontade de tirar o rabo do sofá:

“If you’re fit now, take advantage of it. If you have a free hour, take advantage of it. If you have an idea now, take advantage of it. All those things are fleeting and all those things are temporary. My biggest motivator to any question is: ‘because I can’. Why run now? Why make something now? Life gets a little bit shorter every day. I feel an obligation to cram in as much as what’s humanly possible.”

“Your brain is so valuable and without your body it’s limited. That’s a really scary prospect for me. I really value my body. Not to the point that I won’t take risks. If I can never walk again because the chute didn’t open, that’s fine. But to never run again because I ate too many potato chips? That’s not okay.”

“I don’t feel responsible, no. It’s more a personal frustration. As human beings we’re capable of doing so much and to curb that for something like sugar water or a cheeseburger – it’s a crime. That’s extreme but just look at the numbers in the States. We won’t have enough physically eligible men to fill our quota for the military because they’re all too fat. That’s not hyperbole. It’s unequivocal fact. More people die from obesity related diseases than starvation. Those things scare the shit out of me. Indulgence until the point of sabotage is completely unnecessary.”

Para mais basta clicar aqui.



Quem por aqui costuma andar já sabe da minha paixão pela coolness do Casey. Quem não costuma, pode confirmá-lo aqui, aqui e aqui também.

Dietas loucas?

Dietas loucas? Please don´t. O G1 da Globo diz que uma senhora andou oito meses a beber líquidos e acabou com uma paralisia nas pernas. Tudo porque queria perder 10 kg. Pergunto-me como é que aguentou tanto tempo..  E onde é que achou que era boa ideia.

A história está aqui. Mas esta frase resume a coisa: “No café da manhã, comia um pão light com leite. No almoço e na janta, tomava shake e chá. Não sentia fome por causa dos remédios que inibiam o apetite. Vi que estava dando resultado e continuei durante oito meses. Minha mãe e minhas amigas diziam que eu era louca, mas não ligava. Fiz tudo sem orientação médica.”


11/02/2014

10/02/2014

Dieta - o dia mais difícil

Quando li o livro da dieta dos 31 dias, a autora e nutricionista dizia que o dia mais difícil era o terceiro e que, a partir daí, o corpo já estava mais habituado. Para mim, o dia terrível foi o quarto, que foi no domingo.

Foi tão difícil que decidi fazer algumas adaptações (e dar umas facadinhas no regime).

Reintegrei os cereais na minha alimentação. Eu não consigo fazer lanches só de proteína. Comer queijo ou fiambre sem pão é uma absoluta tortura para mim. E torna-se difícil fazer um lanche saudável e equilibrado se não posso comer fruta ou nozes, por exemplo.

A facadinha? Arroz ao almoço! Não era suposto haver hidratos de carbono na alimentação, mas hoje.. não me importei com isso.

Esta experiência, até agora, foi útil para limpar os meus cravings por açúcar e chocolate e bolachas e bolachinhas. Por outro lado, voltei a integrar vegetais em todas as refeições.  Estou a recuperar hábitos saudáveis e, sobretudo, estou preocupada em reencontrar uma alimentação equilibrada.


A música faz diferença?

A ciência diz que sim, que a música que ouvimos pode influenciar o nosso rendimento desportivo. Fala-se de atletas de alta competição, mas.. atletas somos todos, certo?