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08/04/2014

A nossa relação vai bem e recomenda-se

Entre mim e o Fitness Hut vai tudo bem. Temo-nos visto com frequência, adaptei-me (tão bem quanto possível) e já nem me choca o facto de não haver secadores (nem toalhas, nem gel de banho...).

Devo dizer que estou impressionada comigo. Tinha o desejo de me tornar uma morning person e regressar ao bons hábitos. E se isto nunca é uma conquista completa, mas antes uma prática que se prova todas as semanas, parece que estou finalmente no bom caminho. Até já consegui ir a uma aula às 7h30 da manhã! Um feito absolutamente único. Confesso que adorei a sensação de atravessar a cidade (duas ruas, vá) quase sem movimento e ter o balneário quase todo para mim.

Ando super fã das aulas de spinning e de bodypump. Sendo certo que esta última dá cabo de mim. Andei três dias a andar como o Robocop (ou um homem de saltos - quando eu estava de all stars), depois da primeira aula. Mas já sabemos que beber uns copos e matarmo-nos no ginásio se trata mais ou menos da mesma maneira, por isso lá fui outra vez.

Se o meu ginásio me acordasse a cantar, era qualquer coisa deste género:




03/08/2013

Body Pump. Body Dead.

Duas instrutoras, três pesos, uma barra e um degrau de step. Foi desta parafernália que precisei para fazer a minha primeira aula de BodyPump.

Fui até lá só para obrigar o meu corpo a uma experiência nova, saí de lá a sentir que os meus braços tinham sido desatarrachados do meu corpo com extrema violência, mas a querer voltar. Masoquismo? Não. A dor é sexy.

Imediatamente a seguir à aula e, no dia seguinte, senti logo o peso dos pesos nos meus braços. O primeiro sinal foi no banho pós-treino. Lavar o cabelo foi todo um esforço. Assim como qualquer tarefa que implicasse levantar as mãos a uma altura acima dos cotovelos.

E tenho de tirar o chapéu a uma das instrutoras que, com 49 anos, parece muito mais nova, com um corpo incrível e super feminino ainda assim. A senhora tornou-se, para mim, exemplo a seguir.