Correr uma maratona e, a seguir, passar nove horas num avião é capaz de não ser grande ideia. Mas.. quem faria isso? O Casey Neistat, claro. O resultado é que, agora, não pode correr, mas, ainda assim, ele não pára. Continua super activo e super interessante, claro.
Algumas das coisas que ele diz (sempre cheio de certezas) e que me dão vontade de tirar o rabo do sofá:
“If you’re fit now, take advantage of it. If you have a free hour, take
advantage of it. If you have an idea now, take advantage of it. All
those things are fleeting and all those things are temporary. My biggest
motivator to any question is: ‘because I can’. Why run now? Why make
something now? Life gets a little bit shorter every day. I feel an
obligation to cram in as much as what’s humanly possible.”
“Your brain is so valuable and without your body it’s limited. That’s a
really scary prospect for me. I really value my body. Not to the point
that I won’t take risks. If I can never walk again because the chute
didn’t open, that’s fine. But to never run again because I ate too many
potato chips? That’s not okay.”
“I don’t feel responsible, no. It’s more a personal frustration. As
human beings we’re capable of doing so much and to curb that for
something like sugar water or a cheeseburger – it’s a crime. That’s
extreme but just look at the numbers in the States. We won’t have enough
physically eligible men to fill our quota for the military because
they’re all too fat. That’s not hyperbole. It’s unequivocal fact. More
people die from obesity related diseases than starvation. Those things
scare the shit out of me. Indulgence until the point of sabotage is
completely unnecessary.”
Para mais basta clicar aqui.
Quem por aqui costuma andar já sabe da minha paixão pela coolness do Casey. Quem não costuma, pode confirmá-lo aqui, aqui e aqui também.
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22/02/2014
08/12/2013
Quem é a velha aqui?
Estava eu de chocolate na mão, quando decidi ir ao ginásio. Quando cheguei, voltei a cruzar-me com uma alta densidade populacional de maiores de 60 anos. Fiquei convencida que me esperaria uma aula pouco exigente. Peguei em dois pesos de 2kg cada. À minha frente, uma senhora, de cabelo imaculadamente branco, escolheu 4 kg para cada mão. E, quando eu sentia que não tinha mais energia no meu corpo, a senhora continuava imparável como se não fosse nada. Que a velhice me chegue assim.
09/10/2013
Da superação e da amizade
Não escrevia há um tempo, porque não sabia muito bem o que dizer. Podia falar-vos de como me rendi às aulas de stretch e pilates. Ou de como estou, há quase uma semana, afónica e afogada em comprimidos e antibiótico. Ou de como ando a rever os meus hábitos alimentares, porque devem estar relacionados com estas minhas sucessivas recaídas em gripes e afins.
Mas não é sobre nada disto que vos quero falar.
Quero falar-vos de superação. Quero falar-vos da vida nos surpreender de uma maneira pouco agradável e termos a capacidade de abraçar o desafio e, por cada dia que passa, sabermos que é um dia mais perto da recuperação total.
Quero falar-vos da Bárbara que conta os detalhes (possíveis) deste inesperado, no seu blog, aqui. Vou resumir a coisa: foi-lhe diagnosticada uma trombose na perna.
É a minha amiga que há mais tempo me acompanha nestas coisas do exercício físico e da vida saudável. Tinha tomado a decisão, há uns meses, de correr uma maratona e estava a preparar-se para isso. Não tenho a mínima dúvida que lá estarei na meta a aplaudir o feito, vai é acontecer uns meses mais tarde que o planeado. Isto porque, agora, as canadianas são um acessório indispensável à sua mobilidade, o descanso é um imperativo e o exercício físico está suspenso, até ordem em contrário.
A notícia que a Bárbara recebeu, naquele dia, nas urgências do hospital, mudou radicalmente os planos de vida mais imediatos. Representa uma alteração drástica dos seus hábitos, dos seus dias, das suas rotinas. A Bárbara teve e terá momentos em que se sente mais em baixo e em que as coisas são mais difíceis e menos suportáveis, mas, nem por um momento, a vemos deixar-se levar por isso. A Bárbara resiste e insiste e dá sentido ao motto que faz título do seu blog todos os dias.
Por isso, Bárbara, se me permites, hoje termino o texto, como tu. Para que ninguém se esqueça que não há nenhum desafio maior que a nossa força de vontade: Overcome Everyday
Mas não é sobre nada disto que vos quero falar.
Quero falar-vos de superação. Quero falar-vos da vida nos surpreender de uma maneira pouco agradável e termos a capacidade de abraçar o desafio e, por cada dia que passa, sabermos que é um dia mais perto da recuperação total.
Quero falar-vos da Bárbara que conta os detalhes (possíveis) deste inesperado, no seu blog, aqui. Vou resumir a coisa: foi-lhe diagnosticada uma trombose na perna.
É a minha amiga que há mais tempo me acompanha nestas coisas do exercício físico e da vida saudável. Tinha tomado a decisão, há uns meses, de correr uma maratona e estava a preparar-se para isso. Não tenho a mínima dúvida que lá estarei na meta a aplaudir o feito, vai é acontecer uns meses mais tarde que o planeado. Isto porque, agora, as canadianas são um acessório indispensável à sua mobilidade, o descanso é um imperativo e o exercício físico está suspenso, até ordem em contrário.
A notícia que a Bárbara recebeu, naquele dia, nas urgências do hospital, mudou radicalmente os planos de vida mais imediatos. Representa uma alteração drástica dos seus hábitos, dos seus dias, das suas rotinas. A Bárbara teve e terá momentos em que se sente mais em baixo e em que as coisas são mais difíceis e menos suportáveis, mas, nem por um momento, a vemos deixar-se levar por isso. A Bárbara resiste e insiste e dá sentido ao motto que faz título do seu blog todos os dias.
Por isso, Bárbara, se me permites, hoje termino o texto, como tu. Para que ninguém se esqueça que não há nenhum desafio maior que a nossa força de vontade: Overcome Everyday
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04/06/2013
Rotinas? Não, obrigada.
Abrimos o Booty Campo a uma história inspiradora que merece ser contada. Aqui fica o relato pela mão da própria:
Durante dois anos sempre corri de forma blasé e de acordo com as disposições quotidianas: tanto podia correr todas as semanas, durante vários quilómetros, como facilmente ficava mais de um mês sem calçar os ténis. Vivia bem com isso, sem grandes culpas ou questões existenciais.
Até que, há cerca de dois meses atrás, um conjunto de situações proporcionou uma grande mudança: apatia total em ter iniciativa para correr (aí sim já sentia aquela típica culpa em forma de grilinho irritante – sim Sofia L., como qualquer madeirense de gema pensei tive dúvidas na palavra ‘grilinho’), stress no trabalho, o confronto realista da balança e a compra do iphone.
O meu corpo gritava “MEXE-TE”.
Tomei a decisão mais regrada dos últimos tempos e os termos eram simples:
- Correr quatro vezes por semana (dia sim, dia não);
- De manhã, antes de ir para o escritório (a ginástica mental de fazê-lo ao final da tarde estava a atrasar o processo mas a verdade é que a hora que mais gosto de correr é ao final da tarde e é isso que faço aos fins-de-semana);
- As corridas semanais teriam o mínimo de 5km e ao fim-de-semana faria uma 10k;
- Defini um conjunto de objectivos racionais em termos de perda de peso;
- Sempre acompanhada de boa música e pela fantástica app da Nike Run.
Pela primeira vez na minha vida adulta, estava a ser disciplinada no que toca ao exercício físico, isso fazia-me bem e as pessoas à minha volta rapidamente notaram.
Agora corro não porque quero perder peso mas porque quero fazer uma maratona, preferencialmente fora de Portugal. Poder juntar uma viagem com uma grande corrida? Plano perfeito! Sei que para chegar a esse objectivo ainda vou demorar muito tempo mas a cada mês que passa os meus mínimos de corrida aumentam e agora faço 9 a 10km em cada uma. Há dias em que correr é puro sacrifício, outros é a melhor parte do meu dia. Tal como eu, cheio de humores.
Qual a minha próxima corrida? A de São Silvestre, no Funchal, contra o meu maior adversário, o meu pai. Estão todas convidadas a assistir. Até lá, boas corridas, bons ginásios e bons bootys, sempre bons bootys!
Bárbara F.S.
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12/02/2013
Os Booties e Bodies que nos inspiram
Há dias em conversa calhou falar dos bum bum que nos inspiram a mudar e que nos inspiram no booty campo e concluímos que em grande parte são os bum bum dos nossos irmãos da caipirinha.
É verdade, as brasileiras são um exemplo de como a cultura do corpo tem importância na vida e na sociedade.
Sem prejuízo de fazermos um post sobre as musas portuguesas, estas são algumas das brasileiras que nos inspiram:
a. Juliana Paes, a Gabriela;
b. Isis Valverde, a Suellen da Avenida Brasil;
c. Débora Nascimento, a Tessália da Avenida Brasil;
d. Deborah Secco, a Nathalie Lamour de Insensato Coração;
e. Camila Pitanga, a Carol de Insensato Coração;
f. Ana Paulo Arósio, a Olivia de Páginas da Vida (que está a repetir na SIC);
g. Grazi Massafera (a mulher do Cauã Reymond);
h. Tais Araujo;
i. Aline Moraes
São alguns exemplos de bum bum e corpos invejáveis e que servem de inspiração :)
É verdade, as brasileiras são um exemplo de como a cultura do corpo tem importância na vida e na sociedade.
Sem prejuízo de fazermos um post sobre as musas portuguesas, estas são algumas das brasileiras que nos inspiram:
a. Juliana Paes, a Gabriela;
b. Isis Valverde, a Suellen da Avenida Brasil;
c. Débora Nascimento, a Tessália da Avenida Brasil;
d. Deborah Secco, a Nathalie Lamour de Insensato Coração;
e. Camila Pitanga, a Carol de Insensato Coração;
f. Ana Paulo Arósio, a Olivia de Páginas da Vida (que está a repetir na SIC);
g. Grazi Massafera (a mulher do Cauã Reymond);
h. Tais Araujo;
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São alguns exemplos de bum bum e corpos invejáveis e que servem de inspiração :)
| Grazi Massafera MEGA grávida a passear na praia - Eu vou ser uma grávida assim ahahah ;) |
| Isis Valverde |
| Aline Moraes |
![]() |
| Débora Nascimento |
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