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07/03/2014

Tudo o que querias saber sobre agachamentos

Finalmente temos o sol de novo e isto traz uma motivação extra. Uma pessoa começa logo a pensar naquele biquini e... o que é se impõe? Agachamentos! Ou não estivéssemos nós no BootyCampo.

Este é um exercício que devemos abraçar, tentar compreender e deixar o ódio de lado. Isto porque (segundo se diz com muito mais seriedade aqui):
- é bom para o corpo todo e não apenas para o booty e para as pernas;
- é um bom exercício funcional, ou seja, é útil nas actividades do dia-a-dia;
- são óptimos para trabalhar o equilíbrio;
- melhora a performance (adoro esta palavra) em geral;
- ajudam a tonificar todo o corpo, abs incluídos!

Agora se já sabes como se faz os agachamentos tradicionais e queres novidades, aqui estão várias opções:














06/11/2013

Sexy daqui ao Burkina Faso

É só para dizer que se mais alguém me vem dizer para fazer lunges ou agachamentos... vai haver mortes. Ou, pelo menos, feridos. Ainda me lembro de um ou outro golpe de taekwondo e jiu-jitsu.

Eu bem sei que a dor é sexy. Mas a julgar pela quantidade monstruosa (#exageradona) de agachamentos e lunges que fiz nos últimos dois dias... a minha sexyness já deve estar a chegar ao Burkina Faso.

Como não gosto de sofrer sozinha, deixo vídeos para quem se quiser solidarizar com a minha dor (e a sexyness, claro).

Para quem quer sentir o que eu senti. Há lunges para fazer aqui:

E agachamentos aqui:

05/11/2013

Vou ou não vou?

Para ir ao ginásio tive de carregar a mochila durante todo o dia, de um lado para o outro. Claro está que, quando chegou a altura de dar uso ao que estava lá dentro... deu-me o maior ataque de cansaço e preguiça do mundo.

As razões eram óptimas: já é tarde, estou cansada, estou com dores de costas, se for para casa ainda consigo fazer não-sei-quê e dormir não-sei-quantas horas, não sei se chego a tempo da aula... Até que me lembrei de duas coisas:

1. Nunca me arrependo de ir treinar
2. Como é que se ganha sexyness? Com dor, porque a dor é sexy.

Então arrastei-me, all alone in the dark, eu e a minha mochila e... ainda bem! Não há nada como aquela sensação de corpo suado e cansado, depois um banho retemperador... e afinal o dia está longe de acabar.


24/10/2013

Ia ao gym e acabei numa disco

O meu ginásio é uma discoteca que é um ginásio. Pelo menos, hoje foi! Na sala das máquinas, a música estava a bombar (é mesmo esta a expressão) e o DJ ali, mesmo ao pé de nós. Estive quase para lhe pedir para pôr a Dancing Queen mas fui mariquinhas. #naogostodeiraogymalone #voltabarbara #voltaamelia

Então fui morrer para outra aula #bootyagradece #adorésexy #gatariaonthemaking. E hoje estava capaz de comunicar só em hastags mas não vou fazer isso.


13/08/2013

Sofá, eu adoro-te. Mas vou deixar-te.

Não adies. Começa hoje.
E se já começaste, não pares.

Este meu percurso por uma vida mais... saudável já começou há algum tempo, e, aqui no Booty Campo, desde Fevereiro. E há dias em que uma pessoa só quer ficar a dormir até mais tarde, preguiçar sem pensar em ter de se mexer e comer porcaria. Eu tenho desses dias e gosto. Convém é não os prolongar sine die.

Então porque é que havemos de deixar o conforto do sofá?
- a imagem que o espelho devolve;
- os números na balança a descer;
- as roupas que ficam cada vez melhor:
- comprar roupa (sinto-me uma obesa em recuperação. vou sempre buscar roupa que me servia antes e fico sempre super surpreendida quando percebo que tem de ser uns números abaixo).

E quando nada disto é suficiente ou começamos a duvidar do que vemos e fazemos, há sempre alguém que tropeça em nós e nos diz coisas como "estás mais magra!", "estás tão gira!", "o que é que fizeste? conta-me tudo!", "estás com muito bom ar!" - sim, eu coleciono-as todas (até as que não convém reproduzir aqui).

Se ainda não tiraste o booty do sofá, começa hoje. Não tarda muito, estás a coleccionar reacções destas que te farão continuar. É que... a dor é sexy.



Mereço uma medalha

Se ontem fiz uma viagem ao passado e dei conta da minha evolução, hoje pus-me à prova e percebi que ainda posso fazer melhor. Muito melhor.

Depois de uma hora no ginásio, recebi um convite inesperado para ir correr pelo paredão de S. João a Cascais. Foram 6km a um passo muito mais rápido que o habitual. Apeteceu-me desistir cinquenta mil vezes, mas consegui ficar-me por abrandar o passo. E valeu a pena. Segundo a app Nike Running bati um recorde: a minha milha mais rápida de sempre!

Depois ainda ouve tempo para um sessão de treino dos abdominais. Foi de morrer. Aguentar duas pranchas durante um minuto? Alguém me traz uma taça? Uma medalha? Uma massagem nos pés? Qualquer coisa.  Eu mereço.

Uma longa sessão de alongamentos e dei o dia de exercício - loooongo - por terminado.

Amanhã arrasto-me para uma aula de pilates e dou-me por satisfeita. A dor, hoje, já foi suficientemente sexy.

O cenário da corrida.


03/08/2013

Body Pump. Body Dead.

Duas instrutoras, três pesos, uma barra e um degrau de step. Foi desta parafernália que precisei para fazer a minha primeira aula de BodyPump.

Fui até lá só para obrigar o meu corpo a uma experiência nova, saí de lá a sentir que os meus braços tinham sido desatarrachados do meu corpo com extrema violência, mas a querer voltar. Masoquismo? Não. A dor é sexy.

Imediatamente a seguir à aula e, no dia seguinte, senti logo o peso dos pesos nos meus braços. O primeiro sinal foi no banho pós-treino. Lavar o cabelo foi todo um esforço. Assim como qualquer tarefa que implicasse levantar as mãos a uma altura acima dos cotovelos.

E tenho de tirar o chapéu a uma das instrutoras que, com 49 anos, parece muito mais nova, com um corpo incrível e super feminino ainda assim. A senhora tornou-se, para mim, exemplo a seguir.



02/08/2013

Fomos treinar com o Nelson Évora

Aconselha-se o uso de um babete na leitura deste post.

Não sei por onde começar. Se pelo porte atlético e os abs perfeitamente definidos. Se pelo equipamento rigorosamente a condizer, mas com ar de quem tirou qualquer-coisa-do-armário. Se pelo sorriso acompanhado pela pergunta constante "está tudo bem?". Se pelo ritmo R&B a "dançar" enquanto explicava os alongamentos. Nunca uma aula gerou tanto suspiro. (E nunca vi uma aula tão a abarrotar de meninas). Sabem aquele mantra de 'a dor é sexy'? Com ele ganha todo outro significado.

Agora que já falei do protagonista da história, o instrutor, comecemos pelo princípio: hoje decidi ir treinar com a LaLu ao ginásio dela e a B. acompanhou-nos, claro! Chegámos uns três minutos atrasadas à aula - o suficiente para já só haver lugar na primeira fila.

E aqui começa a parte em que eu sou ridícula. Imaginem que, na primeira fila, está uma pessoa que é ultra descoordenada, que o instrutor-bons-nas-horas já é distracção suficiente, e acrescentem a isto um "agora com a perna esquerda" e NÃO HÁ NINGUÉM À MINHA FRENTE para eu olhar e poder perceber qual é de facto a esquerda. Entre perceber o exercício, escolher o que ia ser a minha perna esquerda daquela vez e fazer a coisa... Imaginam? As pessoas atrás de mim - se conseguiram tirar os olhos do instrutor - devem ter tido uma aula divertida.

E a segunda parte com graça: fazer uma aula com a LaLu. Estávamos em pontas opostas e, no princípio confesso que só me preocupei em tentar acompanhar a coisa, mas a meio começam as... pranchas. Olho para o lado e só vejo a LaLu, de quatro, a olhar para o instrutor-que-valhe-me-deus com ar de o-que-é-que-se-passa-aqui? E foi como se estivéssemos no liceu outra vez. Desatei a rir-me, a força abdominal foi para o Burkina Faso e sabotei completamente toda aquela parte da aula.

Eu e a B. saímos de lá a dizer que já tínhamos programa para a próxima sexta, tudo só e apenas pela companhia da LaLu, claro.

Ok. Não era o Nelson Évora, mas era parecido.

21/07/2013

Balanço da semana 3

Se há um mês atrás (mês e meio, vá), alguém me dissesse que eu ia inscrever-me num ginásio e, na terceira semana, em cinco dias de trabalho ia conseguir tirar pelo menos uma hora para lá ir... eu diria que estavam a gozar. Mas aconteceu: cinco em cinco.

Ontem, sábado, ainda ponderei estender a proeza para um seis em seis, mas, vendo bem, ainda bem que me deu para a preguiça. Conservei energia para uma noite com muita dança!

Foi uma semana marcada por uma consciência deste tipo.


16/07/2013

Abdominais: O que não fazer NUNCA

Dia de experimentar uma aula nova. Reacção? Yay! Eu toda num excitex para fazer a aula de core. (No fim da aula, só imaginava a instrutora a apresentar-se "Olá, eu sou a Core. Hardcore").

Como o nome indica - ainda que eu não tenha feito a ligação logo (#tãoesperta) - aula de core é uma aula dedicada aos abdominais. Até aqui tudo bem porque é dos meus exercícios preferidos. Questão diferente é juntar a isto uma coreografia, que mete a mão esquerda a pegar no pé direito, a rodar o corpo não sei para onde e... um "e agora mais depressa!".

Eu que já me estava a rir comigo, escangalhei-me a rir com a igual descoordenação da B. e a nossa figura. A aula toda coordenada com ar sereno, tipo gazela, e nós sempre três passos atrás, a trocar mãos e pés, com a elegância de um ornitorrinco.

Já não consegui fazer nada do que era suposto, a senhora instrutora só me dizia "se têm dificuldade, vão mais devagar", mas eu já nem sabia o que era o meu pé esquerdo e tive um ataque de riso incontrolável. Não aconselho. Nunca. Jamais em caso algum. Tentar trabalhar os abdominais ao mesmo tempo que se ri não é boa ideia. É doloroso. Mas desta vez tentei concentrar-me mais na dor, que é sexy, e menos em gatinhos mortos para prosseguir a aula.

Um conselho para esta menina: limita-te a sorrir. Não te rias. A sério.

10/07/2013

Da praia para a montanha

Hoje foi um daqueles dias que só de guindaste. Estava eu na praia, sol bom, conversa boa e... ainda não tinha ido ao ginásio. Aquele sentimento de culpa começa a corroer e pego no telemóvel para ver o plano das festas para hoje. No horário: aula de bike. E não, não me apetecia subir a montanha.

Íamos marginal fora, música aos gritos - como pede a viagem de regresso à cidade -, e a rádio dá-nos disto:


Dá para uma pessoa não se sentir energizada? Não dá. Lá fui subir a montanha, de guindaste, é certo, mas fui. A dor é sexy.

03/07/2013

Copos e ginásio: mais ou menos a mesma coisa

Sabem quando uma pessoa acorda, depois de uma noite de copos, com uma ressaca monumental? Aquela sensação de corpo dorido e de em-que-raio-estava-eu-a-pensar-ontem? A sensação pós-ginásio foi igual. E usei o mesmo princípio da pós-noite de copos: a melhor forma de acabar com a ressaca é beber mais. Pois bem, a melhor forma de acabar com a dor nas pernas é uma aula de bicicleta.

E foi mais ou menos isto:


Depois disto tive de subir dois lances de escadas para entrar em casa e estive quase a pedir a um senhor para me levar ao colo. Não fosse a bengala e aspecto de já ter uns 80 anos e juro que lhe tinha pedido.

A Lalu fez a mesma aula, à mesma hora, mas noutro sítio. Espero que conseguisses ter este ar divertido e leve. Eu, definitivamente, não sei onde vai esta gente buscar este ar leve.


26/06/2013

Correr com 30 graus? A dor é sexy.


O pôr do sol, 30 graus e as pernas pesadas como dois tijolos. Este podia ser o resumo da corrida de hoje. Mas foi mais que isso.

Hoje foi o dia, pela primeira vez em meses, em que passei a tarde toda a despachar trabalho a pensar no momento em que finalmente ia calçar os ténis.  

Depois de cinco dias a recuperar de um princípio de intoxicação alimentar (agora só faço as pazes com o sushi no inverno) estava desejosa de me atirar ao calor infernal do Estádio Universitário para cansar o corpo.

Hoje também foi o dia em que fui correr all by myself e o sofá não me venceu a pedir para ficar a preguiçar mais um bocadinho. A playlist renovada é capaz de também ter ajudado à motivação.

A corrida não foi fácil e pensei em desistir várias vezes, mas tinha o objectivo dos 5km e cumpri-os! A sensação de vitória no fim vale todo o esforço. E recordar muitas vezes que o verão já chegou e que a dor acaba por resultar em qualquer coisa de extremamente sexy também ajuda.

Quando dei o exercício por terminado, o sol já se estava a pôr e apeteceu-me dizer "vemo-nos amanhã".

19/05/2013

Passeio de Oeiras

Hoje foi dia de exercício. Eu, a Sofia L. e mais uma companheira fomos até à praia de Sto Amaro, para correr ali na marginal. claro que eu corri muito pouco, mas ainda fiz aí uns 4km (com power walk pelo caminho, claro).
O melhor de tudo foi mesmo chegar até à Praia da Torre (sozinha, que elas são umas atletas e já lá iam muito para a frente) e não resistir a descer até ao areal. Descalcei as sapatilhas e as meias e tive mesmo que ir molhar os pés. Soube divinalmente.
No fim, ainda fiz ali um sprint que achava que já não conseguia e terminámos com alguns (poucos, confesso) exercícios para o booty. E com uma corrida solitária à beira-mar em que andei ali a chapinhar e encharquei as leggings todas. Pormenores.

Sinto-me mesmo bem, os meus pulmões parece que têm o dobro do tamanho e escrevo-vos isto da minha banheira fabulosa.

Bom resto de Domingo :)


16/05/2013

Semana 1: Bootylicious - Dia 1

Isto andava muito parado. A explicação é simples: nós também andávamos muito paradas. O desafio foi lançado pela Amélia e estamos as duas absolutamente comprometidas: fazer planos semanais de exercício durante 4 semanas.

Será que conseguimos?

A primeira semana começa já hoje e o tema motivador é: Bootylicious, pois claro.

Exercício para o primeiro dia: caminhada ou corrida durante vinte minutos.

O importante é completar vinte minutos. Seja a andar, a alternar o power walk com corrida ou a correr. Seja num complexo desportivo ou a dar umas voltas ao quarteirão. O importante mesmo é calçar os ténis! Afinal... a dor é sexy!





15/05/2013

se não for por nós...

que seja por ele(s)!

É esta a minha nova motivação. claro que como já aqui disse, sou uma preguiçosa intratável, e como é óbvio tenho-me mexido muito pouco. além das caminhadas e de limpar a casa (hey! afinal é exercício), pouco faço. Mas agora vem lá o Verão, e com ele a praia, os calções, os vestidos, as mini-saias, etc. etc. e o meu rabo a ir de mal a pior. No outro dia vi-me ao espelho e a visão foi tão tenebrosa que fiquei logo motivada para as actividades bootylicious.

Eu e a Sofia L. agora vamos fazer exercícios diários, que iremos (ou que ela irá ahah) aqui postar.

Por um rabo melhor. Se não for por mim, seja por ele...


28/03/2013

Correr com conta-quilómetros

Hoje o dia começou bem cedo e logo com uma corrida. A B. tem mantido uma rotina de treino implacável: dia sim, dia não é dia de ir correr. Só ultimamente a tenho conseguido acompanhar. E hoje veio com o iPhone e uma maravilhosa app: a Nike Running.

Pela primeira vez na vida tive noção de quantos quilómetros corri: chegamos aos cinco km aos 33 minutos. Fiquei super entusiasmada com o resultado! 

Isto tudo para dizer que este mundo tecnológico que mede tudo é giro, giro, giro. Esta app mede a distância percorrida, os km\minuto, o tempo e até as calorias que se perde! Os dados ficam todos registados, por isso dá para ir tentando bater os próprios records.

Isto é uma evolução imensa para mim! Eu que comecei a estabelecer metas como 'uma volta ao estádio' e depois 'uma volta ao estádio um bocadinho'. Depois passei a tentar correr mais tempo - usando um tradicional relógio e finalmente entrar no choque tecnológico das apps. Gostei!


Sobre hoje, importa dizer que os primeiros quilómetros foi tudo muito giro e entusiasmante, mas depois, o esforço para manter o ritmo e os quilómetros que pareciam passar mais devagar... tive de repetir muitas vezes "a dor é sexy!". Foram 6.8 em 45 minutos. Vamos lá ver quanto fazemos da próxima vez.