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20/03/2013

Todo o dia sentada?

Casey ataca de novo. Desta vez para dizer que passar um dia inteiro sentado à secretária não é natural. Como é irrequieto, não se limitou a constatar o facto e fez uma alteração no estúdio. Para fazer o quê exactamente?

Está aqui:

28/02/2013

decisões

as maiores decisões da minha vida foram tomadas enquanto andava. lá ia eu, de música nos ouvidos, de casa até à baixa pensando na vida. a verdade é que funcionava.
no outro dia, ouvi a Rita Ferro Rodrigues dizer que as decisões dela eram tomadas enquanto corria.

só para não ter aquele sentimento de angústia terrível no peito, vale a pena sair de casa, andar ou correr. experimentem. a vossa mente e o vosso corpo agradecem :)


26/02/2013

de volta aos 50 minutos

Não ter horários de trabalho fixos tem destas coisas: ontem saímos do escritório à meia-noite, mas hoje combinámos - eu e a B, que é, para além de colega de trabalho, companheira de corrida - fazer uma pausa a meio da manhã para correr.

Às 11h30, calçámos os ténis e lá fomos nós. Combinámos que faríamos, pelo menos, meia hora. Se estivéssemos a sentir-nos bem fazíamos 45 minutos. Acabámos por fazer 52. Foi muito bom conseguir voltar a fazer este tempo! Agora o desafio é aumentar a velocidade.

Regressámos ao trabalho energizadas e com motivação adicional para mais um dia que se adivinha longo.

Estes são os meus amores. Foi um namoro longo. Recebi-os, de presente, em Dezembro, quando não conseguia correr por causa do joelho. Foi uma óptima motivação para voltar à estrada.


12/02/2013

Conquistas!

Uma pequena lesão no joelho impediu-me de correr em dezembro. Em janeiro,  umas visitas ao médico e uma joelheira depois, voltei à estrada. Mas estava a demorar a recuperar o ritmo (muito por culpa do medo de voltar a sentir aquelas dores - que não são nada sexy). Fui recuperando a confiança com várias meias horas de corrida e hoje, finalmente, voltei a fazer 45 minutos. A marca da uma hora ainda está distante, mas não está esquecida.

Com a motivação em altas (como diria a Lalu) vim para casa de escadas (dois a dois) até ao meu querido quinto andar. Mais uma sessão Bootylicious e outra dedicada aos abdominais. Para acabar, uns alongamentos.

Agora é desfrutar da sensação de conquista, porque amanhã começa tudo outra vez!

Se ainda conseguisse levantar os braços com esta energia, era assim que celebrava.


07/02/2013

Historial das minhas relações falhadas

A minha difícil relação com o exercício físico regualar começou cedo.
  • um mês de golfe: porque desisti? as aulas eram muito longe e ao sábado de manhã;
  • cinco meses de taekwondo: porque desisti? as aulas eram muito tarde - e às quintas-feiras obrigava-me a faltar a jantares com amigos;
  • uns meses de hidroginástica: porque desisti? não me lembro sequer porque me inscrevi;
e a lista continua: experimentei também o ténis, o futebol e até o pingue-pongue

A relação desportiva mais longa que tive (e tenho) é mesmo com a corrida. e as razões são simples:
- a partir da minha porta de casa, tudo é pista;
- não há horas marcadas,faço eu o meu horário;
- é grátis;
- tenho amigas com quem corro e que me motivam a continuar;
- mantenho a motivação porque posso desafiar-me: experimentar caminhos novos, estabelecer novos records pessoais, aumentar o tempo de corrida..
- nos dias de chuva intensa não me sinto (muito) culpada por ficar em casa;
- nos dias de sol ainda aproveito para bronzear um bocadinho.

05/02/2013

go on, fetch!


precisamos de nos lembrar disto mais vezes. correr e a seguir ir aos pastéis de nata pode não ser a melhor ideia de sempre.

Sou a Amelia e sou uma preguiçosa assumida

Olá, sou a Amelia e este é o meu objectivo: 



Ficar com um rabo destes. Também não faço por menos, não é? Mas se não tentar é que não consigo de certeza.

A Sofia L., que há meses que me tem andado a chatear para ir correr, conseguiu finalmente o seu objectivo e arrastou-me a um Sábado para o estádio da Cidade Universitária. A um Sábado! Mas a verdade é que fiquei rendida. Foi fácil? Não. Foi horrível. Principalmente porque não gosto de exercício e nunca fiz nenhum. Andei dois dias aflita das pernas, dos braços, do rabo, dos abdominais. Mas a sensação de que dói porque foi tudo trabalhado é simplesmente fabulosa.

A minha história não é muito simples. Há menos de um ano diagnosticaram-me uma depressão. Comecei a tratar-me e emagreci imenso. O meu peso agora está normal, mas falta aquele rabo, aquelas pernas, aquela barriga que vemos por aí numa data de imagens e que nos deixa a salivar como se fossemos retardadas.
Então decidi que vou investir em mim e que no Verão já vou ter um rabo quase tão bom como este.

Vai ser terrível, que eu sou uma preguiçosa de primeira, mas conto aqui com este cantinho para me motivar.

O que interessa é não parar. E se nos levantarmos do sofá para uma caminhada que seja, já estamos um passo à frente dos que lá ficaram espojados. 

O caminho para aquele butt

Em Maio do ano passado, decidi que tinha de recuperar o controlo da minha vida. Despedi-me e prometi a mim mesma fazer o que fosse preciso para equilibrar corpo e mente. Dois meses depois atingi um objectivo que achei que levaria anos a alcançar: correr uma hora. No fim do Verão tinha perdido cinco quilos e estava rendida à alimentação saudável.


A realidade foi assim tão simples? Não! Houve feridas nos dedos dos pés por causa dos ténis (péssimos). Sentir músculos que não sabia que tinha. Pensar que ia morrer de sede depois dos primeiros três passos. E, pelo caminho, resistir, (muitas vezes sem grande sucesso), ao meu amor ao chocolate.

Agora o desafio é manter um estilo de vida saudável e... conseguir aquele butt!

Para ilustrar a coisa, posso dizer que, no ínicio, eu sentia-me mais ou menos como este senhor (e tenho esperança de um dia correr com o mesmo ar de no-pasa-nada da menina de rosa. ainda não aconteceu):