Depois de lerem este post vou ser automaticamente promovida à vossa amiga mais querida. Hoje trago-vos uma sugestão de Verão para refrescar os vossos dias.
Imaginem o cenário: é Verão. Está um calor abrasador. Vocês tiveram um dia de praia fabuloso, têm os corpos quentes e morenos do sol. Estão cheios de sede e apetece mesmo uma bebida fresquinha. Abrem o frigorífico e vão estragar a coisa toda pegando na lata de coca-cola, no sumol, na cerveja, no ice tea.
E se em vez do refrigerante e da bebida alcoólica (que sim, às vezes sabe tão bem), pegassem antes em água, gelo e fruta e fizessem uma destas combinações deliciosas (e saudáveis) das chamadas spa waters:
framboesas e rodelas de limão;
mirtilos e rodelas de laranja;
folhas de manjericão e morangos;
hortelã e ananás;
pêssego e quadradinhos de melão;
E qualquer outro combo que vos pareça bom.
É fácil, bom, saudável e tem muito mais charme que a lata de sumol!
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18/04/2014
14/04/2014
alimentos de substituição
o que comer quando temos desejos de coisas menos saudáveis:
não sei se funciona, mas estou disposta a experimentar!
não sei se funciona, mas estou disposta a experimentar!
11/04/2014
o problema das dietas loucas
mais vale uma perda de peso lenta, constante e saudável do que uma coisa desequilibrada que vai acabar como na imagem acima. O ideal numa dieta é que, acima de tudo, nos faça mudar os hábitos alimentares. Mesmo que devagar. Se adquirirmos bons hábitos alimentares, a perda de peso saudável é uma consequência inevitável.
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10/04/2014
Só truques - chocolate para evitar mais chocolate
Há uns meses, numa das minhas consultas, a psiquiatra deu-me uma bela dica. E funciona mesmo.
Se és daquelas que, como eu, chegas à noite, depois de jantar, estás a ver um filme, a novela, uma série e de repente de apetece comer chocolate e lá vai a tablete inteira do milka, então vê só o que vários nutricionistas recomendam e que muito boa gente faz.
Parece que se se durante o dia, de 3 em 3 horas, formos comendo um ou dois quadradinhos de chocolate preto (no mínimo dos mínimos com 60% de cacau), diminuímos em grande os nossos desejos de açúcares e chocolates. Principalmente à noite, que é quando menos os devemos comer.
Eu amo chocolate. Eu odeio de morte chocolate preto. Faço caretas e arrepios quando como. Mas resolvi encarar a coisa como se fosse um remédio. Comprei um que tinha 70% de cacau e lá ía comendo um quadrado de vez em quando. E não é que a coisa funcionou? Não só me tirava a fome (em parte porque eu ficava meia enjoada com aquilo), como me dava muito menos vontade de comer porcarias.
Conclusão: chocolate de leite, do bom, não como há uma data de tempo. Tenho uma tablete de chocolate preto que me dura e dura e dura e me tira a vontade das porcarias de chocolate. Estranhamente, eu como chocolate, para depois não o comer xD
(aparentemente, meio mundo no hospital da minha psiquiatra faz isto e com resultados óptimos)
Se és daquelas que, como eu, chegas à noite, depois de jantar, estás a ver um filme, a novela, uma série e de repente de apetece comer chocolate e lá vai a tablete inteira do milka, então vê só o que vários nutricionistas recomendam e que muito boa gente faz.
Parece que se se durante o dia, de 3 em 3 horas, formos comendo um ou dois quadradinhos de chocolate preto (no mínimo dos mínimos com 60% de cacau), diminuímos em grande os nossos desejos de açúcares e chocolates. Principalmente à noite, que é quando menos os devemos comer.
Eu amo chocolate. Eu odeio de morte chocolate preto. Faço caretas e arrepios quando como. Mas resolvi encarar a coisa como se fosse um remédio. Comprei um que tinha 70% de cacau e lá ía comendo um quadrado de vez em quando. E não é que a coisa funcionou? Não só me tirava a fome (em parte porque eu ficava meia enjoada com aquilo), como me dava muito menos vontade de comer porcarias.
Conclusão: chocolate de leite, do bom, não como há uma data de tempo. Tenho uma tablete de chocolate preto que me dura e dura e dura e me tira a vontade das porcarias de chocolate. Estranhamente, eu como chocolate, para depois não o comer xD
(aparentemente, meio mundo no hospital da minha psiquiatra faz isto e com resultados óptimos)
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08/04/2014
dietas e jejum. um post não muito bootylicious, mas didáctico.
Se o jejum funciona como método de perda de peso, não sei. não sou especialista no assunto. Mas os apologistas dessas dietas defendem-nas dizendo que é regressar aos hábitos alimentares pré-históricos, dos caçadores-recolectores, quando o homem passa fome e tinha períodos de jejum porque não conseguia encontrar alimento. E disso, meus amigos, percebo eu, que sou arqueóloga.
E é uma grande mentira. O homem só começou realmente a sofrer alguns períodos de fome quando se tornou sedentário e adoptou a agricultura e a domesticação de gado como principal meio de subsistência. Vamos lá desmistificar.
Os caçadores-recolectores do paleolítico e do mesolítico eram, grosso modo, nómadas. O que significa que não ficavam muito tempo no mesmo sítio. O que os nossos antepassados faziam era muito simples: seguiam as movimentações das manadas. E ao fazer isso, aproveitavam também os outros recursos dos locais onde passavam; ou seja, recolhiam frutos e sementes e fauna mais comum e abrangente como coelhos e veados. Mais tarde, começaram a aproveitar de forma exímia os recursos estuarinos: peixe, moluscos, bivalves. começaram a recolher e a transformar cereais selvagens. Estes homens não só tinham uma dieta equilibradíssima (sem açúcares refinados ahah), como era raro passarem fome. Até porque eles exploravam o meio ambiente da melhor forma possível: nunca deixavam os recursos acabar, sabiam o quanto deviam consumir numa zona antes de partir, de forma a permitir o desenvolvimento normal dessa fauna e flora. Assim, anos mais tarde quando voltassem, tinham alimento garantido.
Não me entendam mal. Claro que havia períodos de escassez. Afinal o Inverno é caracterizado por isso. Mas eles tiveram milhões de anos para aperfeiçoar as dinâmicas de exploração dos territórios. E lembrem-se dos chimpazés, com capacidades intelectuais menos desenvolvidas do que as nossas: eles vivem em grupos, tal como nós humanos são os únicos (ou dos poucos) animais que têm relações sexuais por prazer e que se masturbam. Eles recolhem frutos e sementes, caçam pequenos mamíferos e aves e ainda arranjaram uma forma de comer quantas térmitas quiserem, ao descobrirem que basta enfiar um pau lá dentro e elas vêm agarradas. Não passam fome. São chimpazés e aprenderam a tirar partido do meio e dos recursos. Nós fomos iguais.
Na verdade, quando nos sedentarizámos e adoptámos a agricultura é que começámos a ficar extremamente vulneráveis em termos alimentares. Começámos a depender das colheitas. Do tempo. Do armazenamento dos alimentos. Começámos também a sofrer com os raids de outros grupos que queriam roubar os stocks alimentares uns dos outros.
Se as dietas que implicam jejum funcionam, não sei. Custa-me a acreditar. Acho que nenhuma dieta que implique passar fome, starvation, é a solução. Tu não deves comer para emagrecer, deves comer para viver da melhor forma possível. E mais. Como pessoa que sofre de um distúrbio alimentar, diz-me a experiência que é depois desses jejuns que vêm as asneiras todas, que vêm os abusos e o comer desenfreadamente o que apareça à frente, como forma de compensação. E a seguir vem a culpa. E entramos num círculo vicioso.
Já me alonguei muito, mas achei essencial desmistificar este assunto. Se quiserem fazer jejuns façam, mas não por este motivo.
E é uma grande mentira. O homem só começou realmente a sofrer alguns períodos de fome quando se tornou sedentário e adoptou a agricultura e a domesticação de gado como principal meio de subsistência. Vamos lá desmistificar.
Os caçadores-recolectores do paleolítico e do mesolítico eram, grosso modo, nómadas. O que significa que não ficavam muito tempo no mesmo sítio. O que os nossos antepassados faziam era muito simples: seguiam as movimentações das manadas. E ao fazer isso, aproveitavam também os outros recursos dos locais onde passavam; ou seja, recolhiam frutos e sementes e fauna mais comum e abrangente como coelhos e veados. Mais tarde, começaram a aproveitar de forma exímia os recursos estuarinos: peixe, moluscos, bivalves. começaram a recolher e a transformar cereais selvagens. Estes homens não só tinham uma dieta equilibradíssima (sem açúcares refinados ahah), como era raro passarem fome. Até porque eles exploravam o meio ambiente da melhor forma possível: nunca deixavam os recursos acabar, sabiam o quanto deviam consumir numa zona antes de partir, de forma a permitir o desenvolvimento normal dessa fauna e flora. Assim, anos mais tarde quando voltassem, tinham alimento garantido.
Não me entendam mal. Claro que havia períodos de escassez. Afinal o Inverno é caracterizado por isso. Mas eles tiveram milhões de anos para aperfeiçoar as dinâmicas de exploração dos territórios. E lembrem-se dos chimpazés, com capacidades intelectuais menos desenvolvidas do que as nossas: eles vivem em grupos, tal como nós humanos são os únicos (ou dos poucos) animais que têm relações sexuais por prazer e que se masturbam. Eles recolhem frutos e sementes, caçam pequenos mamíferos e aves e ainda arranjaram uma forma de comer quantas térmitas quiserem, ao descobrirem que basta enfiar um pau lá dentro e elas vêm agarradas. Não passam fome. São chimpazés e aprenderam a tirar partido do meio e dos recursos. Nós fomos iguais.
Na verdade, quando nos sedentarizámos e adoptámos a agricultura é que começámos a ficar extremamente vulneráveis em termos alimentares. Começámos a depender das colheitas. Do tempo. Do armazenamento dos alimentos. Começámos também a sofrer com os raids de outros grupos que queriam roubar os stocks alimentares uns dos outros.
Se as dietas que implicam jejum funcionam, não sei. Custa-me a acreditar. Acho que nenhuma dieta que implique passar fome, starvation, é a solução. Tu não deves comer para emagrecer, deves comer para viver da melhor forma possível. E mais. Como pessoa que sofre de um distúrbio alimentar, diz-me a experiência que é depois desses jejuns que vêm as asneiras todas, que vêm os abusos e o comer desenfreadamente o que apareça à frente, como forma de compensação. E a seguir vem a culpa. E entramos num círculo vicioso.
Já me alonguei muito, mas achei essencial desmistificar este assunto. Se quiserem fazer jejuns façam, mas não por este motivo.
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12/09/2013
O prato da alimentação saudável
É assim que os nossos pratos devem estar organizados nas refeições:
- 1/2 vegetais e verduras (bróculos, alface, espinafres, couves de bruxelas, tomates, cenouras, ervilhas, macedónia, etc.)
- 1/4 hidratos de carbono e/ou leguminosas (arroz, massa, grão, feijão, lentilhas, etc.)
- 1/4 proteína (carne, peixe, ovos, etc.)
Isto proporciona uma alimentação rica e equilibrada. Os vegetais e verduras são alimentos nutritivos e cheios de vitaminas sem, no entanto terem muitas calorias. Os hidratos de carbono, além de ricos em fibra, deixam-nos saciados, e as proteínas dão-nos energia, ajudam no crescimento muscular e melhoram o sistema imunitário
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